CPI faz a segunda oitiva com gestor da UPA

O gestor da UPA, Giovani Carilha, foi o segundo a ser ouvido pela CPI que investiga possíveis irregularidades na condução da pandemia. Ao ser questionado sobre a falta de médicos, Carrilha respondeu que devido ao aumento de atendimentos, havia médicos em outros procedimentos o que explicaria a diminuição de alguns momentos de médicos no atendimento.  Devido à pandemia, houve aumento expressivo de atendimentos, passando de uma média de 400 atendimentos em maio de 2020 para mais de 4 mil no mesmo período em 2021.

O depoente também foi perguntado sobre o kit Covid e ressaltou que a UPA não fez uso dos medicamentos sem respaldo da ciência e que recebeu pacientes que foram tratados em clínicas particulares com o referido Kit.

Sobre o atraso nos pagamentos, Carrilha explica que as notas são enviadas sempre no dia primeiro de cada mês e que o problema é burocrático da prefeitura. Já sobre a demora dos resultados dos testes, o gestor explicou que eram encaminhados diariamente para Ribeirão Preto, mas que dependiam da rotina do laboratório. O vereador Vagner Castro refutou a fala ao afirmar que os testes não eram enviados diariamente e que optou por fazer fora para não pagar o serviço.

Também houve questionamento sobre as notas enviadas em nome de Taisa Antunes de Mello, uma vez que a empresa não possuía o cnae habilitado para fornecer o serviço oferecido. Carrilha respondeu que após a identificação da falha, o erro foi corrigido. A CPI deve ouvir em outra oportunidade a representante da empresa. Acerca de outros documentos, o gestor se comprometeu em enviar todos que forem solicitados.

Na segunda oitiva, os vereadores presentes que não fazem parte da comissão puderam encaminhar as perguntas aos membros da CPI. A íntegra da oitiva está disponível na WEB TV Câmara Bebedouro.

 

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