Na reta final, CPI do Sasemb oficia prefeito e convoca 5 para depoimentos

Vereadores Paulo Bola, Engenheiro Nasser e Silvinho do Pão de Queijo, que integram a CPI do Sasemb, durante reunião Vereadores Paulo Bola, Engenheiro Nasser e Silvinho do Pão de Queijo, que integram a CPI do Sasemb, durante reunião Foto: Assessoria de Imprensa/Câmara
Com previsão de encerramento dos trabalhos até setembro, a Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) aberta na Câmara Municipal de Bebedouro para apurar o não recolhimento da parte patronal ao Sasemb decidiu oficiar o prefeito Fernando Galvão Moura para prestar depoimento aos integrantes da Comissão, nesta quinta-feira (1º), às 9 horas.
 
A CPI foi instalada em maio deste ano com a aprovação unânime do Plenário e é presidida pelo vereador Nasser José Delgado Abdallah (Rede Sustentabilidade), o Engenheiro Nasser. Também integram os trabalhos de apuração os vereadores Paulo Henrique Ignácio Pereira (MDB), como relator, o Paulo Bola, e, Sílvio Delfino, o Silvinho do Pão de Queijo (PSDB), membro.
 
A apresentação do prefeito Fernando Galvão Moura à CPI não é obrigatória, mas o presidente Nasser espera que o convite para esclarecimentos feito pela comissão a ele seja atendido.  De acordo com o vereador, a participação do prefeito ajudará na elucidação de muitos fatos e documentos que foram levantados pela CPI até agora.
 
Para esta sexta-feira (2), estão programados outros cinco depoimentos, começando às 9 horas, com a participação da diretora do Sasemb, Edna Maria Soares da Silva, do diretor financeiro da Prefeitura, Josué Marcondes, e do controller, Luis Antonio Nogueira. Os trabalhos são abertos ao público.
 
Às 14h desta sexta será a vez de falarem à CPI Paulo Chiaroni e Aglaciles Cyrillo, que integram o Comitê de Finanças do Sasemb e o Conselho Municipal de Previdência de Bebedouro, respectivamente.
 
Conforme o relatório apresentado pelo prefeito Fernando Galvão quando assumiu o Governo, a dívida da Prefeitura com o Sasemb estava na casa de R$ 4 milhões e hoje está perto dos R$ 60 milhões. Em 2017, foram realizados dois parcelamentos, entretanto, o Executivo não cumpriu nenhum deles.