Vereadores comentam sobre projeto para empréstimo de R$ 4 milhões

Diretores da Prefeitura estiveram na Câmara nesta quinta-feira acompanhando a votação Diretores da Prefeitura estiveram na Câmara nesta quinta-feira acompanhando a votação Foto: Assessoria de Imprensa/Câmara
O vereador Artur Ernesto Henrique advertiu que o investimento de R$ 4 milhões oriundo de um empréstimo junto ao Banco do Brasil se faz necessário e que o financiamento só foi aprovado pela agência bancária por estar dentro das condições de pagamento da Prefeitura, no entanto, a Câmara rejeitou.
 
Chanel lamentou a falta de comunicação do prefeito Fernando Galvão para justificar seus projetos e prestar contas à Câmara e à população acerca de suas intenções. Para Chanel, há outras formas mais viáveis para o levantamento de recursos visando a investimentos na cidade, como por exemplo, a venda de áreas públicas sem uso.
 
Contra nova medida que só aumentaria ainda mais a dívida de Bebedouro, Paulo Bola (MDB) alertou que os limites de gastos da Prefeitura já foram extrapolados há muito tempo e que o Poder Legislativo não pode compactuar com isso.
 
Engenheiro Nasser afirmou, em discurso na tribuna, que no encerrar de um mandato que já dura sete anos, o prefeito não poderia encaminhar um projeto desta magnitude sem ter condições de pagamento e ainda deixando o pagamento para os futuros administradores. Nasser disse que o endividamento do município tem prejudicado a maioria dos seus setores.
 
Rogério Mazzonetto disse ver com bons olhos o projeto, o qual garantiria equipamentos e veículos novos e em condições de trabalho para a cidade. Na sua opinião, a população ganharia com isso e a próxima Administração também.
 
Fernando Piffer avaliou o momento vivido pela Administração Municipal como uma “crise de credibilidade” e que a falta de planejamento e gestão estariam levando a esta situação.
 
Últimos a utilizarem a tribuna para comentar sobre o projeto na sessão extraordinária desta quinta-feira, os vereadores Professor Jorge e Juliano César criticaram o clima de eleições municipais que tem imperado, segundo eles, no Poder Legislativo. Em suas avaliações, as questões precisam ser debatidas mais tecnicamente e menos de forma politiqueira.